A casa como expressão da nossa vida interior

Amelia widell

Home of interior design Amelia Widell via Pinterest

A nossa casa diz muito sobre nós e  nossas emoções. A casa transmite com  a sua autenticidade luzes e cores, alegria e tristeza, amor e sociabilidade. A casa reflete os nossos gostos, desejos, valores e estado de ânimo.

Quando decoramos a nossa casa, entramos em contato com a nossa verdadeira intimidade.  A casa representa a nossa vida interior e a forma que a tratamos pode falar muito sobre a nossa personalidade. Penso que visitar uma pessoa em seu lar seja  uma das formas mais autênticas de conhecer-la, talvez, até melhor  que coversar, porque é onde não resistem as máscaras.

A casa eu diria é uma espécie de espelho que reflete a alma das pessoas. Alguns psicológos  dizem que a casa possui o seu próprio inconsciente, no sentido que a escolha dos objetos e móveis, a distribuição dos ambientes, não depedem somente de escolhas conscientes, mas que são projeções do nosso eu mais profundo que se reflete nos espaços. Provavelmente, a casa seja a foram mais eficaz  para revelar quem somos.

O modo de habitarmos o espaço é fruto da relação afetiva que desenvolvemos com o nosso lar. Portanto, entender melhor o nosso modo de morar, pode ser uma grande oportunidade para nos liberarmos de sentimentos e recordações negativas e contruir um ambiente mais arejado.

 

UM LOFT ECLÉTICO E INSPIRADOR

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Muito inspirador este loft que possui todas as características de uma casa, mas que foi projetado para ser o atelier e o espaço criativo da Designer de Interiores portuguesa Lígia Casanova.  A estrutura é de uma antiga fábrica de Lisboa, que foi totalmente requalificada para a habitação e transformada em um lugar super envolvente, informal e acolhedor.

A cor azul em  tom do céu domina o projeto.  As tonalidades foram perfeitamente dosadas para criar um ambiente repleto de luz e vivacidade, mas que também,  inspira tranquilidade.  Para compor com os tons de azul foram escolhidos elementos de madeira natural e materiais  orgânicos como linho e feltro.  O tapete  “Gan” feito de juta, no centro da sala realça esse efeito natural.

A intenção foi mesclar  o estilo industrial com  alguns aspectos escandinavos, para trazer  ao projeto um sabor contemporaneo e  eclético.   Eclético também, na intenção de criar um espaço que possa ser  desfrutado de muitas formas. Um lugar onde é possível  realizar diversas atividades come trabalhar, relaxar, divertir, comer, contar histórias e assim por diante.

Este interior,  é um ótimo exemplo para entendermos em que sentido caminham os novos modos de  relação  com a casa e os espaços contemporâneos.

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Fotos via: Cavalleri comunicazioni